<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469</atom:id><lastBuildDate>Fri, 08 Jan 2010 15:51:03 +0000</lastBuildDate><title>Não era música. Era vida.</title><description></description><link>http://eravida.blogspot.com/</link><managingEditor>paulamelo@gmail.com (paula melo)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-5043214640854208756</guid><pubDate>Sat, 24 Oct 2009 03:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-23T20:17:55.852-07:00</atom:updated><title>Àquela hora, àquele dia</title><description>Dormia-tes tão bonitinhamente&lt;br /&gt;Que tomei-te como meu&lt;br /&gt;Posto que o eras&lt;br /&gt;Àquela hora, àquele dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém te tinha mais que eu&lt;br /&gt;Esteves dentro de mim até a hora da partida&lt;br /&gt;Àquela hora, àquele dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu também me teves&lt;br /&gt;Àquela hora, àquele dia&lt;br /&gt;E eu chorei por ti&lt;br /&gt;Àquela hora, àquele dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu te amei&lt;br /&gt;Àquela hora, àquele dia&lt;br /&gt;1000 vezes mais te amaria&lt;br /&gt;Uma outra hora, um outro dia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-5043214640854208756?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/10/aquela-hora-aquele-dia.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-7768695964167950002</guid><pubDate>Sat, 06 Jun 2009 05:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-05T22:14:49.209-07:00</atom:updated><title>presente</title><description>eu queria que amanhã fosse perto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-7768695964167950002?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/06/presente.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-2553880815920227175</guid><pubDate>Fri, 08 May 2009 23:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-27T12:13:54.274-08:00</atom:updated><title>pise no meu pé</title><description>vamos lá, preciso de um pouco de vida, nem que esse pouco de vida doa na carne, essa carne sem vida, quase morta. pise no meu pé, quero algo que doa, algo que seja perto do que se chama vida. me fure com um alfinete, me faça sangrar, me faça gritar. me dê algo perto da emoção, mesmo que seja dor. acho que vc sabe do que falo. onde não há vida, só seca, um lamento já é um bom sinal. ecoa, mesmo que seja dentro e cá, onde está tudo devastado. é preciso de algum vento que que termine com tudo, mas que me deixe os escombros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-2553880815920227175?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/05/pise-no-meu-pe.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-3605768037464435751</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2009 01:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-30T18:48:48.288-07:00</atom:updated><title>o problema do sofá amarelo</title><description>o problema do sofá amarelo é que tem alguém entre nós. esse alguém entre nós cruza e descruza as pernas, demonstrando certa impaciência em estar entre nós. a solução é fácil: levantar e sentar em outro sofá. só que outro sofá amarelo não há e a graça é estar entre nós, suando, achando ruim, atrapalhando uma conversa ao pé do ouvido. é uma sadomasoquia de quinta-feira, que é o dia em que a gente sentou no sofá amarelo, pegou uma cerveja e alguém de salto-agulha ficou entre nós. o sofá tinha três almofadas - amarelas, porque o sofá era amarelo - e a graça era ser a pessoa do meio. nós éramos dois, estávamos juntos, até a pessoa de salto-agulha, que suava, achava tudo chato e ainda por cima era sadomasoquista, sentar bem no meio. o sofá amarelo virou cenário de guerra, uma guerra velada, em que a pessoa que cruzava e descruzava as pernas decretou o silêncio entre nós, que nos amamos tanto. o problema do sofá amarelo era ser amarelo. já o nosso, era ter alguém entre nós. alguém que cruzava e descruzava as pernas, suava, achava tudo chato e parecia repetir a cena de cruzar e descruzar as pernas só para mostrar quão longe eu estava de você, mesmo a uma almofada de distância.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-3605768037464435751?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/03/o-problema-do-sofa-amarelo.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-3529328069745697557</guid><pubDate>Wed, 11 Feb 2009 04:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-10T20:52:23.799-08:00</atom:updated><title>histórico de um amor cruel número 4</title><description>depois do fim, sinto-me forçada a continuar vivendo...&lt;br /&gt;pisando sob cadáveres, fazendo a dança da chuva, distribuindo restos de amor em papel alumínio, chorando, me condoendo, botando um sorriso no rosto, mascarando alguma coisa que eu nao sei explicar, ouvindo funk, querendo mais coisas que tenham a ver comigo.&lt;br /&gt;mais comigo do que a qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;quero ser eu. eu. eu.&lt;br /&gt;para lembrar:&lt;br /&gt;entre as coisas que eu gosto estão a palavra, o sol, esmalte vermelho, a vida lá fora, a vida aqui dentro, a vida onde quer que seja. gosto de papel, de dormir tarde, de cidade grande, de bernardo soares, de café sem açúcar.&lt;br /&gt;ando lendo myrna demais, ouvindo conselhos demais, por exemplo:::  me disseram para parar na primeira pergunta ao invés de querer entender o mundo e carregá-lo no bolso. as coisas me inquietam demais e eu sou dada a filosofices. eu respondi que, depois de toda interrogação, sempre vêm os três pontos. as perguntas sem fim, labirintos de minotauros. ai! isso sempre acabou comigo: saber que nada tem um fim. nunca! estar sempre em dúvida, pensando possíveis finais, nunca achando a saída. o problema dos fins é que eles pressupõem novos começos e isso é de dar medo. começos. taí uma palavra que eu não gosto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-3529328069745697557?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/02/historico-de-um-amor-cruel-numero-4.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-2276279928510434129</guid><pubDate>Fri, 06 Feb 2009 02:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-06T06:50:26.313-08:00</atom:updated><title>histórico de um amor cruel número 3</title><description>Nosso amor delicado tinha a crueldade de plantas carnívoras e a existência de tulipas. Escolhemos as tulipas. Tentávamos, em vão, esquecer esse signo Escorpião que está embutido nessas coisas verdes que comem insetos. Até esperanças são devoradas, não importa se são verdes. Eu perguntava a ele, chorando: até as esperanças? Ele: até as esperanças. Eu: o que restará de nós, no fim de tudo? A vingança inesperada de tulipas azuis ou a maldade óbvia das plantas carnívoras? Ele: não restará nada. Eu pensei: Morte súbita do nosso amor? Nem para ter um fim digno. Eu quero, ao fim, destroços. tulipas despedaças, maquiagem borrada e tudo o mais. quero um fim que dói, para justificar os esforços, a traição, um outro fim dele, um outro amor meu. quero tulipas secas, uma luz baixa e nina simone cantando às borboletas. borboletas que nunca seriam pegas pela crueza de uma planta, e nem pelos simbolismos. eu quero um fim borboleta, lagarta, casulo. sem pensar muito, quero voar baixo no jardim e te transformar em gnomo. quero vc perto de mim. ainda que este seja o fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-2276279928510434129?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/02/historico-de-um-amor-cruel-numero-3.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-5200950839948679213</guid><pubDate>Thu, 05 Feb 2009 00:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-06T06:50:48.897-08:00</atom:updated><title>histórico de um amor cruel número 2</title><description>falamos de vc enquanto tomávamos um café com chocolate. fumaças minha e dele se misturando, nos unindo pela respiração. alguma chama nos olhares, incerta. as chamas dos cigarros eram mais estáveis, mesmo com uma duração tão curta. todos no café nos olhavam. não era para estarmos juntos. o filme ia começar, mas já tínhamos visto há uns dias atrás. nosso vício era o café, o cigarro e a companhia um do outro. isso maltratava você, a quem julgávamos morta. mas não. retornastes do outro lado querendo vingança. dei minha cara a tapa: o lado direito, o lado esquerdo. doeu um pouco, uma doída gostosa e merecida. ele já não importava. eu não queria paz, queria mesmo era que também ele sofresse. não éramos duas a disputar um amor. eram duas mulheres a brigar. e para nós, brigar, essa histeria toda, era parte dum charme a que esperávamos recompensas. ele acabou me escolhendo, o grande prêmio. fiz por merecer. pra vc agora, que se dói toda, é de novo uma perda. vc perdeu. mas eu ganhei, ganhei duas vezes: um amor novo e uma inimiga. não preciso de mais nada. obrigada, querida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-5200950839948679213?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/02/hitorico-de-um-amor-cruel-numero-2.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-2576311327367256442</guid><pubDate>Wed, 04 Feb 2009 04:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-03T21:28:11.333-08:00</atom:updated><title>histórico de um amor cruel  número 1</title><description>Falamos de vc. Contei uma piada sem graça, ele riu, bem-educado. Tomamos um café. O cigarro não fumamos. O filme ia começar. Sentamos juntos. Braço colado, dando uma sensação de falta de espaço. Alguém sobraria nessa história. Precisávamos tirar vc da cabeça. Vc atrapalhava o filme, o nosso filme. Na tela, a mocinha morria antes da primeira meia hora de sessão. Você também. Chorávamos, emocionados, eu e ele. Era tudo por vc, que não faria mais parte da história. Naquele momento, um novo amor começava. Se extraia da morte, condensava-se com os beijos não dados ainda e se mantia forte por estar diretamente ligado à derrota de alguém. Pena isso, pena. Mas o fato é que o amor não tem redéas e pode machucar porque seus dentes são de cavalo selvagem e seu galope não é de ferraduras. Solto, o amor até mata. Assim como matamos vc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-2576311327367256442?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/02/historico-de-um-amor-cruel-numero-1.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-2992794898850338363</guid><pubDate>Wed, 04 Feb 2009 04:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-03T20:47:38.089-08:00</atom:updated><title>vontade</title><description>vontade de pular amarelinha&lt;br /&gt;                de fumar um cigarro lá fora&lt;br /&gt;vontade de queimar esse caderno e viver (mais)&lt;br /&gt;               da noite virar dia logo&lt;br /&gt;vontade de roubar essa caneta, fazer algo proibido&lt;br /&gt;vontade de não comer e não dormir&lt;br /&gt;vontade de amanhecer e ser o sol&lt;br /&gt;               de anoitecer e ser a lua&lt;br /&gt;vontade disso e daquilo&lt;br /&gt;vontade de parar por aqui porque a vida é boa, vc é lindo&lt;br /&gt;e eu estou aqui&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-2992794898850338363?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/02/vontade.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-969183938394341033</guid><pubDate>Sat, 24 Jan 2009 19:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-24T21:01:11.865-08:00</atom:updated><title>baxô a balarina</title><description>baxô a balarina. façam silêncio. eu preciso dançar.  música não há. o espetáculo não será aplaudido. ela existe dentro aqui, a balarina. é silenciosa e perfeita, mas não pode ser machucada. toma cuidado com tudo, principalmente de seus pés. a locomoção é importante. com seus pés, flutua. e nem precisa de asa. leve como uma pluma - como a balarina se acha-, ela dança. ela só pesa aqui. acho que sou ainda mais leve que ela. essa balarina que mora dentro de mim pesa uma tonelada, mas só eu sei. só eu sei. qualquer dia eu deixo ela sair por aí, dançando. e junto vou eu. sendo mais feliz que nunca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-969183938394341033?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/01/bax-balarina.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-6574210815704343883</guid><pubDate>Mon, 12 Jan 2009 01:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-11T17:32:30.768-08:00</atom:updated><title>pra vc, tchau</title><description>escrever me serve para expurgar os demônios.&lt;br /&gt;escrevi muito hoje.&lt;br /&gt;me livrei de vc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-6574210815704343883?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/01/pra-vc-tchau.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-8410971759548617828</guid><pubDate>Sat, 03 Jan 2009 01:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-02T17:10:14.903-08:00</atom:updated><title>the end</title><description>há sempre beleza no final.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-8410971759548617828?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/01/end.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-6736033097690369705</guid><pubDate>Sat, 03 Jan 2009 01:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-02T17:09:46.758-08:00</atom:updated><title>Malditas Borboletas</title><description>não era para serem malditas. era para serem amarelas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-6736033097690369705?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2009/01/malditas-borboletas.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-4026841539950239056</guid><pubDate>Sun, 23 Nov 2008 19:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-29T11:31:34.464-08:00</atom:updated><title>flor</title><description>sou um vaso delicado que não agüenta nem orquídeas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-4026841539950239056?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/11/flor.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-8617344938685478601</guid><pubDate>Sat, 22 Nov 2008 23:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-22T15:43:36.076-08:00</atom:updated><title>RG</title><description>o amor se esvai em nossos nomes. já fui marcela, carolina. já fostes pedro, andré.&lt;br /&gt;nossos nomes trocados, identidades móveis.&lt;br /&gt;só o coração continua aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-8617344938685478601?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/11/rg.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-4350167191775017856</guid><pubDate>Sun, 16 Nov 2008 15:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-16T11:08:01.791-08:00</atom:updated><title>outra versão para a estrela só</title><description>era uma noite de uma estrela só. Noite boa para se fazer poesia, eu pronta que estava. se eu não fiz nada, foi por sua causa. eu te pedi: "deixa eu te amar um instante" e vc respondeu: "volte a olhar para a estrela, paula. botei ela no céu só pra vc."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-4350167191775017856?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/11/outra-verso-para-estrela-s.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-7907075834571752075</guid><pubDate>Sun, 16 Nov 2008 06:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-16T07:07:30.682-08:00</atom:updated><title>pintou o céu, mas economizou nas tintas</title><description>era noite de uma estrela só.&lt;br /&gt;triste para os poetas que precisam delas todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a lua já não estava cheia. é essa a claridade que precisamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é triste ver o céu apagado, iluminado por uma estrela só, que não dá conta de mim.&lt;br /&gt;é triste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-7907075834571752075?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/11/pintou-cu-mas-economizou-nas-tintas.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-3746555012934702357</guid><pubDate>Mon, 20 Oct 2008 16:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-20T09:25:12.037-07:00</atom:updated><title>só colando, colando</title><description>a felicidade é feita de pequenos momentos.&lt;br /&gt;é só colar que vc tem a felicidade inteira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-3746555012934702357?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/10/s-colando-colando.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-8535742249419152737</guid><pubDate>Thu, 16 Oct 2008 03:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-02T08:10:51.000-08:00</atom:updated><title>brincadeiras em cima da cabeça</title><description>andei pensando, literalmente andei pensando, pois pensava enquanto andava. ora passos miúdos, ora largos e nesse amiúde o dia virou noite e a nuvem abriu-se no céu, dando espaço à estrela, uma única, que cintilava no azul claro-escuro dum céu que anoitece. e o que eu pensava era uma coisinha à toa, assim como quem sabe que o pensado não é nem filosofia, nem poesia. beirando quase a sandice, perguntei-me como se perguntam as crianças: que vou ser quando crescer? pois eu me pergutava se preferia ser nuvem ou estrela. Ah, estrela é muito mais cintilante e poético, mas nuvem... ah, nuvem dá pra brincar com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(19 de setembro de 2006)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-8535742249419152737?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/10/brincadeiras-em-cima-da-cabea.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-8394272708627489668</guid><pubDate>Tue, 23 Sep 2008 02:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-22T19:03:04.820-07:00</atom:updated><title>maomé</title><description>a fé que me move é a mesma que move montanhas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-8394272708627489668?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/09/maom.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-8194492201248285314</guid><pubDate>Wed, 17 Sep 2008 17:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-17T10:30:33.343-07:00</atom:updated><title>coisas do céu e da terra</title><description>se o buraco é mais embaixo, o céu não tem limite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-8194492201248285314?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/09/coisas-do-cu-e-da-terra.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-3490183740751943446</guid><pubDate>Fri, 12 Sep 2008 17:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-12T10:25:02.818-07:00</atom:updated><title>moeda</title><description>estou sentada no chão, colhendo sonhos de quem passa na rua. sou uma mendiga. aquele ali carrega fardo leve: tem fé em deus e muita grana no bolso. com a senhoria ali já é diferente: tem três filhos e agora essa dor de dente. sou uma mendiga e a única coisa que sei é coletar sonhos. não me chamem de poeta. não quero arder em chamas depois de morta. acho que a vida é como essa moeda que aquele ali me deu: jogue para o alto e deixe que ela cai do jeito que deve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-3490183740751943446?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/09/moeda.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-2880014767323242864</guid><pubDate>Fri, 12 Sep 2008 11:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-12T04:18:53.370-07:00</atom:updated><title>do capibaribe ao tâmisa</title><description>sou correnteza de rio que nunca vai se acalmar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-2880014767323242864?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/09/do-capibaribe-ao-tmisa.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-1319788262380996340</guid><pubDate>Fri, 12 Sep 2008 11:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-12T04:17:07.822-07:00</atom:updated><title>cinema indiano</title><description>se diamante é beijo na tela&lt;br /&gt;eu quero ser ela&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-1319788262380996340?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/09/cinema-indiano.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-4135487354498660469.post-8445601889713615533</guid><pubDate>Tue, 09 Sep 2008 14:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-09T07:27:02.659-07:00</atom:updated><title>Xica Só e o Elefante Branco</title><description>[1] Xica Só não tem a vida muito colorida não. Pra ela é tudo tão preto no branco. (Só a blusa dela que é rosa. E só às vezes... porque Xica Só é de enjoar de cores.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Xica Só tem 16. Gosta de música, cinema, jornal e animais (parece uma menina normal, mas vocês vão ver que ela não só parece, como é!). Ela não tem nada de blasé, apesar de seus cachos deixarem ela assim meio assim, sabe, désolé (ela mal imagina que cabelo liso lisinho chapado tadinho daqui a um mês vai ser tão démodé...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] Na frente da casa dela, tem uma árvore frondosa (fron-do-sa... gostosa essa palavra, pensou Xica Só, vou usá-la mais vezes!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4]Xica ouviu um chiado e era um gato no último galho, sozinho que tava, desespero batendo, e Xica pensava em ligar pro bombeiro? Nada! Menina egoísta, mimada, pensou que legal que seria ter um bicho de estimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5] Xica Só tinha que ser diferente. Deixou o gato plantado miado e discou o número do circo querendo um elefante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6]Ela ia querer um elefante preto ou branco?, perguntaram do outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[7] Ficou desorientadinha, tamanha a confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[8]Os caracóis dos seus cabelos se enrolaram com as idéias que se enrolaram com Xica Só e Xica Só quase vira ninho, daqueles de passarinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[9] Tava tão quentinho, que ela pegou no sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[10]E não é que dormiu de verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[11]No dia seguinte, da janela dela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[12] O bom-dia do Rio sorria pra ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[13]E Xica Só viu que, na casa da frente, tinha duas meninas iguaizinhas e pensou: ainda bem que Xica Só, só tem eu só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[14]Ou existe outra menina que tenha cabelos désolé, cria um elefante e gosta de cinema? Será que tem um monte de outras “chicas”, que, como Xica, era única, uniquinha, uma menina maluquinha, assim sem nem dar nó? Era ela a Xica Só.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4135487354498660469-8445601889713615533?l=eravida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://eravida.blogspot.com/2008/09/xica-s-e-o-elefante-branco.html</link><author>paulamelo@gmail.com (paula melo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>